Não querendo ser fatalista

Dados de vendas das três maiores newsmagazines dos EUA em 2007 são assustadores. Quebras na casa dos 30% fez com que a terceira do mercado passasse de semanal a quinzenal. A Newsweek a este ritmo fecha em cinco anos, dizem os analistas. A Time poderá não durar muito mais. Eu não sou fatalista, mas isto é dramático!

2 respostas a Não querendo ser fatalista

  1. Carlos Abreu diz:

    Pois por cá a coisa segue de vento em popa a avaliar pelo estudo “Observatório News” da Novadir.

    “Embora 61% do tempo dedicado ao consumo de meios seja já feito na Internet, a presença diária dos meios tradicionais mantém-se, com tendência crescente de conumo”

    A televisão recolhe 98% dos consumidores diários de media, a rádio 77% e os jornais 66%. Mais de um terço (37%) dos portugueses que afirmaram ler jornais dizem fazê-lo mais actualmente do que há dois anos.

    Ainda assim, penso que não temos razões para estar descansados. Afinal, a casa do vizinho está a arder!

  2. miguel crespo diz:

    Felizmente a realidade portuguesa ainda não é esta. Mas os diários pagos estão em queda – lenta mas constante. E nas revistas de todas as áreas o problema é o mesmo.
    Acredito que a médio prazo o mercado estará completamente alterado, com uma redução significativa das publicações em papel.

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