Depois da falência das empresas, a falência dos géneros?

Não sei se já alguém reparou, mas depois de quase um século a convencerem-nos que todas peças jornalísticas entram em géneros muito estanques, a Internet em geral e os blogues jornalísticos em especial vieram pôr em causa que a forma tem de ser mesmo essa, apesar do conteúdo obedecer – às vezes – à mesma lógica.

O interessante é que já há jornais e revistas em papel (que redundância), mesmo em Portugal, cuja fragmentação de conteúdos já obriga a escrever quebrando as normas.

Será que por não ser formalmente correcta, segundo os manuais, essa informação deixa de ser jornalística?

Uma resposta a Depois da falência das empresas, a falência dos géneros?

  1. anageorge diz:

    À medida que um novo meio se vai consolidando e construindo as suas linguagens, como aconteceu com o rádio, as revistas, a televisão ou a internet, o jornalismo como um todo evolui, e cada meio também readapta a sua linguagem a outras formas.

    Não penso que deixe de ser jornalismo, mas que são novas formas de pensar jornalismo, não só ditadas por relações entre os media, mas também com um mundo em mudança, em que divisões rígidas já não fazem parte da estrutura de pensamento dominante.

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